Sociedade dos Poetas Mortos

Demorei muito tempo para ver esse filme! E que filme! Uma ambivalência altamente presente: revigorante e depressivo. Por questões pessoais, fiquei com a característica revigorante do filme, por isso, ao invés de lhes passar uma sinopse, resolvi contar quais foram as lições de A Sociedade dos Poetas Mortos (1989) que considerei que valem a pena:

Aproveite o dia:

O Professor Keating, interpretado por Robin Williams, é ex-aluno da Academia Welton (uma escola preparatória para meninos) e utiliza um método de ensino nada ortodoxo que causa certo impacto na vida dos garotos. Em uma de suas primeiras aulas, pede que um dos alunos leia o seguinte poema:

“Apanha os botões de rosas enquanto podes,
O tempo voa,
E esta flor que hoje sorri
Amanhã estará moribunda.”

Ele prossegue apresentando aos seus alunos o famoso lema: CARPE DIEM! Ou seja, aproveite o dia.

Seja dono da sua história.

Em mais uma aula épica, o Sr. Keating pede que seja feita a seguinte leitura:

“Oh eu! Oh vida! das perguntas sempre iguais,
Das infindáveis gerações de infiéis, das cidades cheias de tolos,
De eu mesmo eternamente repreendendo a mim mesmo (pois quem mais tolo do que eu, e quem mais infiel?)
Dos olhos que em vão desejam a luz, de objetos insignificantes, da luta sempre renovada,
Dos pobres resultados de tudo, da multidão laboriosa e sórdida que vejo à minha volta,
Dos anos vazios e inúteis dos que restam, com o que resta de mim entrelaçados,
A pergunta, oh eu! tão triste, ainda insiste – O que vale a pena em tudo isso, Oh eu, Oh vida?
Resposta.
Que você está aqui — que a vida existe e a identidade,
Que a poderosa peça continua e você pode contribuir com um verso.”

Bom, apesar dos pesares, você é o dono da sua vida. Escreva teus versos, recite-os para o mundo, reconheça sua identidade, se aceite!
Qual teu verso?

Enxergar com os outros olhos.

Na sala de aula, Sr. Keating sobe na mesa com a intenção de fazer os alunos perceberem que não é preciso ir muito longe para enxergar as coisas de outra maneira e ter pontos de vista diferentes a respeito da mesma coisa. Um gesto simples para dizer o quanto é essencial e possível ver além.

5.0.2


Não existem fórmulas para se entender as belezas da vida.

Dispensem as fórmulas! Nem tudo precisa de conceito ou explicação.

Seja você mesmo.

Certa aula, o professor Keating pede que os alunos caminhem pelo pátio e observem suas diferenças. Com isso, ele lhes explicou a importância de se ser quem você é. Apenas “ande no seu ritmo”, ainda que digam que suas ideias e crenças são erradas, seja convicto sobre elas.

Não seja um acomodado.

Não se acomode com as situações rotineiras da vida.  Atreva-se, sempre que possível. E digo que, essa ultima lição acolhi como desafio para a atual fase da minha vida.

Anotem nos seus respectivos diários: o filme esta disponível no Netflix.

😉


Uma ótima vida!
Valeu. :*

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s